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A Usina Jirau

2003

Furnas e CNO solicitam à ANEEL registro para elaboração dos estudos de viabilidade.

2005

ANEEL aceita o registro dos estudos de viabilidade realizados por Furnas e CNO.

2006

A ANEEL disponibiliza para consulta os estudos de viabilidade técnica e econômica e o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) das usinas hidrelétricas Jirau (3.300 MW) e Santo Antônio (3.150 MW). A Agência Nacional de Águas (ANA) declara a garantia de disponibilidade hídrica necessária à viabilidade do empreendimento.

2007

A ANEEL aprova os estudos de viabilidade e o Ibama publica a Licença Prévia (LP), com 33 condicionantes que devem ser cumpridas para a validade da LP.

2008

A Usina Hidrelétrica Jirau é leiloada em 19 de maio de 2008 em pregão realizado pela ANEEL em Brasília. O Consórcio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas GDF Suez Energy South America Participações Ltda (50,1%), Camargo Corrêa (9,9%), Eletrosul (20%) e Companhia Hidroelétrica do São Francisco - Chesf (20%), vence o leilão pelo preço final de R$ 71,37 por megawatt-hora. Em agosto é assinado o Contrato de Concessão no Palácio do Planalto e realizada Reunião Pública no município de Porto Velho, com participação das comunidades dos distritos de Mutum Paraná, Jaci Paraná, Embaúba, Abunã, Fortaleza do Abunã, Palmeiral e comunidades ribeirinhas. Emissão pelo IBAMA, em 14 de novembro de 2008, da Licença de Instalação (LI) nº 563/2008, autorizando a instalação do Canteiro de Obras Pioneiro do AHE Jirau.


2009

Emissão pelo IBAMA, em 03 de junho de 2009, da Licença de Instalação (LI) nº 621/2009, autorizando a implantação do AHE Jirau.

2010

Início da etapa eletromecânica da Usina Hidrelétrica Jirau em abril de 2010, marcada pela pré-montagem das virolas. Primeira virola lançada na Casa de Força da Margem Direita do Rio Madeira, marco que deu ponto de partida na montagem das turbinas.
Em outubro, a Usina Hidrelétrica Jirau bate recorde alcançando 10 milhões de horas/homem trabalhadas sem acidentes com afastamento.


2011

Aprovação, por todos os órgãos competentes, da ampliação da capacidade instalada do AHE Jirau, passando de 44 para 50 unidades geradoras (3.750 MW).
Desvio do Rio Madeira, em setembro de 2011, permitindo que o mesmo passasse pelos vãos rebaixados do Vertedouro.
Início da implantação das 03 (três) Linhas de Transmissão de 500 kV associadas ao AHE Jirau, que interligarão a Usina à Subestação (SE) Coletora Porto Velho.


2012

Em janeiro, a Usina Hidrelétrica Jirau alcança, pela segunda vez, a marca recorde de 10 milhões de horas/homem trabalhadas sem acidentes com afastamento.
Avanço, em janeiro, na instalação das torres das Linhas de Transmissão de 500 kV associadas ao AHE Jirau, com o lançamento dos cabos condutores de energia.
A ESBR obteve em outubro a Licença de Operação (LO) do empreendimento.
Em dezembro, o projeto Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da UHE Jirau recebe carta de aprovação do Governo Brasileiro.


2013

A UHE Jirau foi registrada, em maio, na Organização das Nações Unidas (ONU) no âmbito do MDL.
Em setembro, a UHE Jirau dá início à geração comercial da primeira turbina na Usina Hidrelétrica Jirau.