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A Empresa

Energia Sustentável do Brasil

Institucional

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A Energia Sustentável do Brasil S.A. (ESBR) é uma Sociedade de Propósito Específico (SPE), cujo capital social é integralmente detido pela ESBR Participações S.A., que tem como acionistas as empresas ENGIE (40%), nova denominação da GDF SUEZ; Eletrobras Eletrosul (20%); Eletrobras Chesf (20%) e Mizha Participações S.A. (20%), subsidiária da Mitsui & CO., LTD.

Obteve, por meio do Leilão 005/2008 promovido pelo Governo Federal em maio de 2008, a outorga do uso de bem público para a implantação da Usina Hidrelétrica Jirau (UHE Jirau) no Rio Madeira (Porto Velho, RO) e a respectiva exploração do seu potencial energético pelo prazo de 35 anos.

Empreendimento que integra o Complexo Hidrelétrico do Rio Madeira, a UHE Jirau é uma obra de grande importância para o Brasil, um dos principais projetos do PAC - Programa de Aceleração do Crescimento, do Governo Federal. E sua energia, gerada de forma sustentável, atenderá a demanda do mercado pelos próximos anos. Além de contribuir com o crescimento industrial, a melhoria da qualidade de vida da região e o desenvolvimento do país.

O projeto pela ESBR permitiu a redução global dos custos da obra em R$ 1 bilhão, que será repassado para o consumidor na forma de energia mais barata. A UHE Jirau está sendo construída com base em princípios de sustentabilidade socioambiental, aplicando as melhores práticas de implantação de projetos no relacionamento transparente com as comunidades e no cuidado com o meio ambiente.



Missão, Visão e Valores

A Usina Hidrelétrica Jirau

2003

Furnas e CNO solicitam à ANEEL registro para elaboração dos estudos de viabilidade.

2005

ANEEL aceita o registro dos estudos de viabilidade realizados por Furnas e CNO.

2006

A ANEEL disponibiliza para consulta os estudos de viabilidade técnica e econômica e o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) das usinas hidrelétricas Jirau (3.300 MW) e Santo Antônio (3.150 MW).

A Agência Nacional de Águas (ANA) declara a garantia de disponibilidade hídrica necessária à viabilidade do empreendimento.

2007

A ANEEL aprova os estudos de viabilidade e o Ibama publica a Licença Prévia (LP), com 33 condicionantes que devem ser cumpridas para a validade da LP.

2008

A Usina Hidrelétrica Jirau é leiloada em 19 de maio de 2008 em pregão realizado pela ANEEL em Brasília.

O Consórcio Energia Sustentável do Brasil, formado pelas empresas GDF Suez Energy South America Participações Ltda (50,1%), Camargo Corrêa (9,9%), Eletrosul (20%) e Companhia Hidroelétrica do São Francisco - Chesf (20%), vence o leilão pelo preço final de R$ 71,37 por megawatt-hora.

Em agosto é assinado o Contrato de Concessão no Palácio do Planalto e realizada Reunião Pública no município de Porto Velho, com participação das comunidades dos distritos de Mutum Paraná, Jaci Paraná, Embaúba, Abunã, Fortaleza do Abunã, Palmeiral e comunidades ribeirinhas.

Emissão pelo IBAMA, em 14 de novembro de 2008, da Licença de Instalação (LI) nº 563/2008, autorizando a instalação do Canteiro de Obras Pioneiro do AHE Jirau.


2009

Emissão pelo IBAMA, em 03 de junho de 2009, da Licença de Instalação (LI) nº 621/2009, autorizando a implantação do AHE Jirau.

2010

Início da etapa eletromecânica da Usina Hidrelétrica Jirau em abril de 2010, marcada pela pré-montagem das virolas.

Primeira virola lançada na Casa de Força da Margem Direita do Rio Madeira, no mês de setembro, marco que deu ponto de partida na montagem das turbinas.

UHE Jirau comemora mortandade zero de peixes no mês de outubro.

Em outubro, a Usina Hidrelétrica Jirau bate recorde alcançando 10 milhões de horas/homem trabalhadas sem acidentes com afastamento.


2011

Aprovação, por todos os órgãos competentes, da ampliação da capacidade instalada do AHE Jirau, passando de 44 para 50 unidades geradoras (3.750 MW).

Desvio do Rio Madeira, em setembro de 2011, permitindo que o mesmo passasse pelos vãos rebaixados do Vertedouro.

Início da implantação das 03 (três) Linhas de Transmissão de 500 kV associadas ao AHE Jirau, que interligarão a Usina à Subestação (SE) Coletora Porto Velho.


2012

Em janeiro, a Usina Hidrelétrica Jirau alcança, pela segunda vez, a marca recorde de 10 milhões de horas/homem trabalhadas sem acidentes com afastamento.

Avanço, em janeiro, na instalação das torres das Linhas de Transmissão de 500 kV associadas ao AHE Jirau, com o lançamento dos cabos condutores de energia.
A ESBR obteve em outubro a Licença de Operação (LO) do empreendimento.

Em dezembro, o projeto Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) da UHE Jirau recebe carta de aprovação do Governo Brasileiro.


2013

A UHE Jirau foi registrada, em maio, na Organização das Nações Unidas (ONU) no âmbito do MDL.

Em setembro, a UHE Jirau dá início à geração comercial da primeira turbina na Usina Hidrelétrica Jirau.

Na 9ª edição do Prêmio Brasil Ambiental, realizado em setembro pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro, a UHE Jirau foi premiada em duas categorias pelo “Programa de Gestão do Patrimônio Arqueológico, Histórico e Cultural – A Gestão do Conhecimento através das Mídias Sociais” e com o projeto “Contribuição da Usina Hidrelétrica Jirau para a Mitigação de Gases de Efeito Estufa e para o Desenvolvimento Sustentável Brasileiro”.


2014

Em maio na UHE Jirau, a Energia Sustentável do Brasil realizou o 1º Workshop do Projeto de Pesquisa & Desenvolvimento “Biomarcadores de Toxicidade do Mercúrio Aplicados ao Setor Hidrelétrico na Região Amazônica”.

Em agosto, a Presidenta da República Dilma Rousseff visita a UHE Jirau.

Em setembro, a Usina Hidrelétrica Jirau recebeu autorização da ANEEL para operar comercialmente sua 13ª turbina.

Em outubro, a UHE Jirau foi vencedora na 10ª edição do Prêmio Brasil Ambiental, realizado pela Câmara de Comércio Americana do Rio de Janeiro, na categoria “Preservação e Manejo de Ecossistemas”, com o projeto “A Importância dos Programas Ambientais da UHE Jirau para o Conhecimento da Fauna Silvestre da Região Amazônica”.

Em setembro, a Energia Sustentável do Brasil comemora a eficiência energética das turbinas da UHE Jirau. Testes comprovaram a alta performance das máquinas, que demonstraram um fator de disponibilidade bem próximo da referência, definida no contrato de concessão do empreendimento.

Em dezembro, reassentados da UHE Jirau recebem escrituras dos imóveis de Nova Mutum Paraná.

UHE Jirau encerra 2014 com 22 turbinas em operação.

2015

A Energia Sustentável do Brasil apresentou em maio, painel sobre o Programa de Remanejamento das Populações Atingidas da UHE Jirau e a construção de Nova Mutum Paraná, durante o 5º Congresso Mundial organizado pela International Hydropower Association em Pequim, na China.

Em maio, foi iniciada a montagem das últimas dez unidades geradoras da Usina Hidrelétrica Jirau e concluída a retirada da ensecadeira na Casa de Força da Margem Direita.

A Energia Sustentável do Brasil participou em maio da 30ª edição do Seminário Nacional de Grandes Barragens em Foz do Iguaçu (PR), realizado pelo Comitê Brasileiro de Barragens.

Em junho, o Programa de Pesquisa & Desenvolvimento da Energia Sustentável do Brasil realiza o 2º Workshop do projeto “Biomarcadores de Toxicidade do Mercúrio Aplicados ao Setor Hidrelétrico na Região Amazônica”, no Instituto de Biociências de Botucatu (SP).

A Energia Sustentável do Brasil participou no mês de agosto, do VIII Congresso de Inovação Tecnológica e Energia Elétrica e do IV Seminário de Eficiência Energética no Setor Elétrico, realizados pela Coelba, empresa do Grupo Neoenergia, no Complexo Costa do Sauípe (BA).

Em novembro, a UHE Jirau comemorou a chegada da última grande peça de turbina importada da China.

Em dezembro na UHE Jirau, foi concluída a cobertura total da Casa de Força da Margem Esquerda e a pavimentação da barragem de terra da margem direita.

A Usina Hidrelétrica Jirau alcançou 41 turbinas em operação no final de 2015.

UHE Jirau foi a terceira maior geradora de energia em 2015, de acordo com histórico do Operador Nacional do Sistema Elétrico.

2016


Sócios Acionistas

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Gestão Sustentável

A Energia Sustentável do Brasil S.A., empresa de grande porte de geração de energia elétrica em território nacional, atua de forma compatível com a natureza da sua atividade na gestão dos impactos de seus processos de produção, minimizando os seus riscos ambientais, sociais e econômicos. Prioriza a prevenção e garante a melhoria contínua do desempenho na sua gestão, cumprindo a legislação aplicável e os requisitos subscritos pela empresa. Atenta às tendências do mercado e necessidades do seu negócio, com base em sua missão, visão e seus valores corporativos, estabelece essa política para as seguintes dimensões:

Recursos Humanos

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Energia Sustentável do Brasil atua sob os princípios do desenvolvimento sustentável e considera as pessoas como um fator diferencial, promovendo um excelente ambiente de trabalho.

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Visão e Missão do RH

Visão do RH

Viabilizar a ESBR como uma empresa integrada, competitiva e alinhada às Diretrizes e Melhores Práticas, tendo como fundamento o desenvolvimento de uma equipe comprometida, que busque a melhoria contínua e o aprimoramento da sua capacidade técnica.


Missão do RH

Contribuir para a alavancagem dos resultados da ESBR através da valorização do desenvolvimento e da satisfação das pessoas, como elementos essenciais ao crescimento e perpetuidade do negócio.

Aprendizes

O programa é realizado por meio de uma parceria com o SENAI/RO. O objetivo é a formação profissional de aprendizes, desenvolvendo competências fundamentais para atuação técnica profissional contribuindo assim, para o desenvolvimento profissional e pessoal dos jovens.

Requisitos: Estar cursando o 2º. Ano do ensino profissionalizante

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Estágios

Nível Técnico

Este programa tem como objetivo, propiciar a estudantes que não tenham cumprido a carga horária de estágio obrigatória e estejam devidamente matriculados nos cursos de mecânica e eletrotécnica das escolas técnicas da região Norte, a oportunidade de aprimorar sua formação.

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Nível Superior

Este programa tem como objetivo preparar, para a inserção no mercado de trabalho, os universitários com previsão de curso em até um ano regularmente matriculado em cursos de engenharia, administração, contabilidade, economia.

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